Mogno Africano | Citações de Pesquisadores

Atualizado: 1 de Abr de 2019


Dentre as madeiras de maior procura, qualidade e valor agregado utilizada na indústria movelaria destaca-se a Khaya ivorensis (mogno africano), principalmente pela sua resistência mecânica, estabilidade dimensional, durabilidade e cor, e que constitui uma commodity altamente disputada e lucrativa, impulsionando assim o plantio florestal dessa espécie no Brasil (CHIMELI, 2009).


Possui grande importância comercial, devido ás características tecnológicas e estéticas de sua madeira e é amplamente utilizado na construção naval, indústria de móveis e construções de interiores sofisticados (AUBREVILLE, 1959).


O mogno africano (Khaya ivorensis) é natural da Costa do Marfim, Gana, Benin, Nigéria e sul de Camarões; ocorre desde 0 m a 450 m de altitude, normalmente em vales úmidos. Seus indivíduos suportam inundações durante o período de chuvas, entretanto, é muito sensível ao período de estiagem (ACAJOU D’AFRIQUE, 1979 apud ALBUQUERQUE, 2011). Esta árvore é uma grande essência florestal, podendo atingir até 50 metros de altura e 200 cm de diâmetro (LAMPRECHT, 1990).


O mogno africano foi introduzido no Brasil primeiramente na região Amazônica, visando substituir o mogno brasileiro (Swietenia macrophylla), devido não somente a proibição legal da exploração e comercialização dessa madeira, mas também devido à alta resistência do mogno africano à sua principal praga o microlepidóptero Hypsiphyla grandella (GASPAROTTO et al, 2001).


O mogno africano foi introduzido no Brasil na década de 70, com o objetivo de substituir o mogno brasileiro (Swietenia macrophylla), intensamente explorado pelo setor de madeira e atualmente sob a ameaça de extinção (TUCCI et al., 2007). Outra vantagem é na sua aprovação devido à sua resistência a brocas Hypsipyla grandella (Zeller, 1848) (Lepidoptera: Pyralidae), principal praga do mogno nativo (LUNZ et al., 2009).


Atualmente é uma árvore de grande importância para a região amazônica, sendo uma das espécies mais plantadas pelos reflorestadores do estado do Pará. Esse interesse é devido principalmente ao seu elevado valor comercial no mercado internacional, somado ao seu rápido crescimento e a facilidade em se produzir mudas (FALESI & BAENA, 1999).


No Brasil, o mogno africano vem sendo indicado para plantios comerciais pelo seu alto valor econômico no comércio internacional, devido a sua beleza e a durabilidade da sua madeira e, principalmente, por apresentar desenvolvimento relativamente rápido. (SABOGAL et al., 2006; CASTRO et al. 2008 apud GIL, 2013).


O mogno africano tem se tornado uma alternativa para estes sistemas em função do seu bom desenvolvimento (em condições favoráveis tem incremento de até 40m³/ha/ano), produção de madeira, resistência a pragas e de alto valor comercial (RECH, 2006).


O mogno africano é uma das espécies exóticas mais requisitadas pelos pequenos produtores e empresários que desejam aumentar seus plantios florestais (SABOGAL et al., 2006).





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